
Daddy Kall, nome artístico de Carlos Augusto da Silva Crescêncio (Rio de Janeiro, 8 de junho de 1971), é um cantor popular brasileiro de black, soul, Pop Rock e R&B. Daddy Kall iniciou sua carreira como integrante do grupo de “You Can Dance”, do qual se desvencilhou em 2001 para seguir carreira de DJ e cantor black. Em 2003, fez seu primeiro trabalho oficial ao fazer uma participação na música Ciúme, com a cantora Kelly Key.
Em 2004 lançou seu primeiro álbum, O Som Não Pode Parar, produzido por DJ Cuca e trazendo os singles “Ontem Foi Legal Demais”, “Emmanuela” e “Já É”, misturas de soul e black. Em 2008, lançou a parceria com o cantor Latino, o single “Amigo Fura-Olho”, chegando ao primeiro lugar no Hot 100 Brasil. No ano seguinte, em 2009, lançou seu novo single Toda Patricinha. Atualmente, o cantor tem um programa na rádio Transamerica FM chamado Detonando, às segunda-feiras, junto com o DJ Cadinho, tocando mixagens de black e R&B. Em 2011, lançou um novo single com o cantor Latino “Dança Kuduro”.

Há pouco mais de dois anos, o garoto de rua Alan, de 20 anos, teve o segredo sobre a sua paternidade finalmente revelado pela mãe: ele é fruto de um rápido relacionamento dela com o cantor, que já era o seu maior ídolo. Mais velho do time de 20 filhos que o funkeiro tem com mais de dez mulheres, o jovem virou o MC Alandim. Mister Catra sequer pediu exame para comprovar a paternidade. “Você já ouviu ele cantando? Precisa de DNA? Você acha?”, indagou Catra, garantindo que a chegada do vigésimo filho não encerra a sua ‘carreira’ de pai. “Ainda tenho muita lenha para queimar”.
Funkeiro desde criancinha, Alandim tinha o grupo Bonde da Azaração antes de fazer carreira com o pai. “A gente sempre encontrava o Catra nos shows, eu o achava o máximo, o tinha como um ídolo”, lembra o garoto, que completa: “O que eu mais me pareço com ele é pra escutar, produzir. Quando estou de bobeira quero ir pro estúdio fazer som”. Alandim agora aproveita tudo o que pode ao lado do pai. “Ele é uma escola. Meu pai é supertranquilo, não falando do Catra, mas do Wagner (nome de batismo do funkeiro). O Catra já é molecão, são duas pessoas num corpo só”, diz o jovem, que está envolvido em vários projetos musicais, além da carreira solo, e pretende gravar um DVD. “Fiz um som maneiro com o Stephan, filho do Marcelo D2. Vamos gravar e, mais pra frente, lançar”.